Como uma frustração
virou ferramenta.

O FullCorpus AI não nasceu de uma hipótese de mercado. Nasceu de uma necessidade real, vivida por um pesquisador com centenas de artigos para analisar e nenhuma ferramenta à altura.

150 artigos.
Nenhuma ferramenta certa.

Durante sua pesquisa de pós-doutorado no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Bernardo Soares Fernandes se viu diante de um corpus extenso de literatura científica — e de uma escolha impossível.

Analisar tudo manualmente? Semanas de trabalho, risco de inconsistência. Usar um LLM genérico? Sem rastreabilidade, sem estrutura, sem rigor metodológico. As ferramentas disponíveis forçavam a escolher entre escala e qualidade.

"Eu precisava de uma terceira via. Automação com o rigor que a ciência exige. Como ela não existia, resolvemos construir." — Bernardo Soares Fernandes, idealizador do FullCorpus AI
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Nascido da pesquisa, não do mercado O FullCorpus AI surgiu da experiência direta de conduzir revisões sistemáticas — não de uma análise de oportunidade de negócio.
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A parceria certa Bernardo (pesquisador) encontrou em Otávio Oliveira (desenvolvedor em Informática Biomédica) o complemento perfeito: quem transforma rigor metodológico em código funcional.
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Porto Alegre, Brasil Desenvolvido no Sul do Brasil, dentro de um dos maiores hospitais universitários do país — um contexto que exige precisão em cada dado.
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Pensado para pesquisadores do mundo todo Suporte a múltiplos idiomas e modelos desde o início — porque a necessidade de rigor em análise documental é universal.

De ideia a ferramenta.

2023

A frustração

Bernardo inicia o pós-doutorado no HCPA com foco em IA e healthtechs. Durante uma revisão sistemática com mais de 150 artigos, percebe que nenhuma ferramenta disponível oferece a combinação de escala e rigor metodológico que a pesquisa exige. A ideia do FullCorpus AI começa a tomar forma.

2024

O protótipo

Bernardo encontra Otávio Oliveira, graduado em Informática Biomédica pela UFCSPA. Juntos, desenvolvem o primeiro protótipo funcional: uma pipeline Python capaz de processar documentos em lote via API da OpenAI e exportar resultados estruturados. A ferramenta é testada em pesquisas reais e os primeiros ajustes são feitos.

2025

O refinamento

O FullCorpus AI é expandido para suportar múltiplos modelos (Gemini, Claude) e múltiplos formatos de entrada. O foco passa a ser rastreabilidade: cada análise registra modelo, versão, temperatura e prompt. A ferramenta é aplicada em projetos de pesquisa externos ao grupo original, validando sua utilidade.

2026 — Agora

O lançamento

FullCorpus AI abre para acesso antecipado. Pesquisadores, healthtechs e institutos de pesquisa começam a utilizar a ferramenta. A interface web está em desenvolvimento ativo. A missão segue a mesma: dar a pesquisadores a terceira via que não existia.

Princípios que não
são negociáveis.

01

Rigor antes de velocidade

A prioridade nunca foi ser o mais rápido. Foi ser o mais confiável para quem precisa publicar com evidências.

02

Rastreabilidade total

Toda análise deve ser auditável. Modelo, versão, prompt, temperatura — tudo documentado para reprodutibilidade.

03

Construído por quem usa

Nenhuma funcionalidade foi adicionada sem ter sido necessária em uma pesquisa real. Isso garante que cada detalhe importa.

04

Neutralidade de modelo

Não defendemos nenhum LLM. Oferecemos a camada que permite escolher o melhor modelo para cada tarefa.

Um mundo em que análise
documental em escala é acessível
a qualquer pesquisador.

Não importa o tamanho do laboratório ou o orçamento disponível. Quem tem um corpus e uma pergunta de pesquisa merece uma ferramenta à altura — com o rigor que a ciência exige.

Você tem um
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